25 de Julho | Dia Nacional da Escritora e do Escritor: quando as palavras também criam raízes
Por Redação | 23/7/2026 💬
Escrever é um dos gestos mais antigos e, ao mesmo tempo, mais renovadores da humanidade. Cada texto nasce de uma travessia particular: reúne memórias, inquietações, descobertas e silêncios para transformá-los em linguagem. Entre a primeira palavra e o ponto final, existe um território onde a experiência humana encontra abrigo e ganha permanência.
Celebrado em 25 de julho, o Dia Nacional da Escritora e do Escritor homenageia aqueles que fazem da literatura, da poesia, da crônica, do romance, do ensaio e de tantas outras formas de expressão um instrumento de reflexão, de sensibilidade e de diálogo com o mundo. São vozes que registram seu tempo, preservam a memória coletiva e ampliam horizontes, permitindo que diferentes gerações compartilhem emoções, ideias e perspectivas.
Mais do que contar histórias, escrever também é um exercício de resistência. Em tempos de mudanças aceleradas, a palavra continua sendo um espaço de encontro, de liberdade e de permanência, capaz de atravessar fronteiras, aproximar culturas e renovar esperanças.
Para marcar esta data, o CH Multiartes publica o poema "Muda", de Chris Herrmann, uma reflexão sobre transformação, pertencimento e recomeços. Em seus versos, a imagem da muda ultrapassa o universo da natureza para revelar a capacidade humana de reinventar-se diante das perdas, das travessias e das estações da vida.
Muda
Chris Herrmann
O poema MUDA em clima de blues

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